Recém-indicado ao Latin GRAMMY®, Eli apresenta faixa inédita acompanhada de clipe dirigido por Gideão Morais
“Boa Nova” chega como sopro de esperança: Eli Soares e o grupo Morada unem groove e worship numa canção que anuncia restauração, cura e comunhão. O clipe de Gideão Morais traduz essa urgência — vozes que se entrelaçam, mãos erguidas e um coro que sobe, devolvendo fé. Que a Boa Nova alcance lares e corações; ouça, compartilhe e permita que a notícia de Deus ressoe onde houver vida.
▶️ Ouça: umusicbrazil.lnk.to/BoaNova | 🎬 Assista: youtu.be/ya-bhpPt67M
Há lançamentos que chegam como notícia e há lançamentos que chegam como anúncio — como proclamação. “Boa Nova” é do segundo tipo. Nesta data emblemática, o cantor mineiro Eli Soares, recém-indicado pela oitava vez consecutiva ao Latin GRAMMY®, apresenta uma canção que respira esperança, encurta distâncias e põe a fé para caminhar no compasso do groove.
A parceria com o grupo Morada transforma a faixa em uma experiência coral: não se trata apenas de som, mas de comunhão. O trabalho audiovisual, assinado por Gideão Morais, amplia a mensagem — imagens e movimento que traduzem uma verdade essencial: a Boa Nova precisa ser vista e sentida, não só ouvida.
“Foi incrível gravar ‘Boa Nova’ com meus irmãos do Morada… Essa música traz uma mensagem de esperança, restauração e comunhão.” — Eli Soares
O que chama atenção em “Boa Nova” é a capacidade de juntar em um único fôlego duas forças que às vezes caminham separadas: a brasilidade do groove e a intensidade do worship. É esse encontro que dá à canção seu caráter contagiante — uma letra que afirma e uma melodia que convida. A palavra “Boa Nova” aqui não é cliché: é missão.
O lançamento acontece em um momento de celebração e reconhecimento: a própria indicação ao Latin GRAMMY® com o projeto Memóri4s (Ao Vivo) confirma que Eli transita com competência entre memória e inovação. Depois de reunir os três EPs do projeto — “Memóri4s – Groove”, “Memóri4s – Igreja” e “Memóri4s 3/3” — no álbum ao vivo lançado em maio, o artista segue comprovando que reverência e modernidade podem conviver no mesmo gesto musical.
Visualmente, o clipe de “Boa Nova” privilegia cenas de encontro: multidões reduzidas ao gesto íntimo, vozes que se sobrepõem e, ainda assim, formam um só corpo. Gideão Morais dirige com economia; a câmera não busca espetáculo, busca presença. E é essa presença que faz a diferença: porque quando a Boa Nova é cantada com verdade, ela atravessa rotinas e alcança lares.
Numericamente, Eli Soares segue em posição de destaque: discos, streams e uma base de fãs sólida. Mas o valor maior de “Boa Nova” não se mede em plays; mede-se na urgência de uma mensagem que pede ação — reavivar lares, restaurar vínculos, proclamar esperança. É música que desafia o conforto e chama para a comunhão ativa.
No horizonte imediato, a canção tem tudo para ser hino de encontros: em igrejas, em rodas, em playlists que querem algo mais do que entretenimento. “Boa Nova” é uma oferta — um convite para que o anúncio caminhe de boca em boca e chegue, por fim, onde mais importa: ao coração.



