Talvez o nome de Tom Brooks não seja imediatamente reconhecido pelo grande público, mas o legado musical construído por ele certamente fez parte da história de muitas pessoas. Fundador da Integrity Music e da série Hosanna! Music, o produtor esteve à frente de gravações ao vivo que atravessaram gerações e ajudaram a definir a sonoridade do louvor congregacional nas últimas décadas.
Ao longo da carreira, acumulou um Grammy Latino de Melhor Álbum Cristão (2016), um GMA Dove Award (1997), seis discos de platina, 18 discos de ouro, mais de 170 álbuns produzidos e mais de 60 milhões de cópias vendidas no mundo todo. Trabalhou com nomes como Ron Kenoly, Darlene Zschech, Don Moen, Paul Baloche e Israel Houghton, entre tantos outros que marcaram a história do louvor contemporâneo.
Em conversa transmitida ao vivo nesta quinta-feira (31/07), o produtor revelou, em primeira mão, que a gravadora está preparando uma turnê mundial para celebrar seus 40 anos de existência. E o Brasil, segundo ele, precisa estar na lista de países contemplados.
“Integrity Music está fazendo 40 anos e o que a gente tá preparando? Uma turnê mundial, aonde nós cremos que o Brasil precisa estar na lista”, afirmou Brooks durante a entrevista, concedida ao pastor Ramon (perfil Música Cristã no Brasil), com tradução simultânea de Jéssica Faglioni.
O produtor fez questão de esclarecer que a iniciativa não é uma celebração corporativa da marca, mas uma homenagem ao movimento espiritual que a gravadora ajudou a impulsionar há quatro décadas. “O que a gente quer deixar muito claro primeiro é que isso não é uma celebração dos 40 anos do Integrity Music, isso é uma celebração do que Deus fez, do movimento que Deus fez há 40 anos e que ainda tá reverberando”, disse. Para ele, o lançamento da turnê deve funcionar “como o lançamento de um foguete”, um novo impulso para reconectar as pessoas ao propósito original da adoração.
Ainda durante a live, Brooks e o anfitrião passaram a citar, em tempo real, nomes de artistas que gostariam de ver envolvidos no projeto, de veteranos americanos como Don Moen, Israel Houghton, Tommy Walker e Matt Redman a brasileiros como Aline Barros e o instrumentista João Alexandre, que chegou a acompanhar a transmissão ao vivo e foi convidado publicamente a integrar a iniciativa.
O produtor também abriu a lista de sugestões ao público: pediu que espectadores indicassem, nos comentários e por mensagem direta, nomes de artistas, músicas e igrejas ou espaços que poderiam sediar o evento no país, os “três pilares”, segundo ele, necessários para tirar a ideia do papel.


